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17/11/2017 às 11:24
Reduzir desigualdades regionais é meta de governo, diz Sartori em seminário

O governador José Ivo Sartori abriu, na manhã desta quinta-feira
(16), a quarta edição do seminário Futuro RS, no auditório do Centro
Administrativo Fernando Ferrari (Caff), em Porto Alegre. A temática
desta rodada de debates está centrada na construção de Perspectivas para
o Desenvolvimento Regional e Equilíbrio Territorial do Estado do Rio
Grande do Sul.


“O foco do nosso governo sempre foi reduzir as desigualdades
regionais, promover o desenvolvimento sustentável e retomar o
crescimento. E o objetivo do Futuro RS é justamente debater com a
sociedade, buscar soluções e criar condições para superar os entraves
que fizeram o Estado deixar de avançar”, afirmou o governador.


Sartori enfatizou que é preciso mudar a cultura do poder público, que
“precisa ser humilde e admitir que não consegue fazer nada sozinho, sem
o envolvimento e a colaboração da população”.

Futuro RS


Organizado pela Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão
(SPGG), o Futuro RS busca elaborar uma agenda de desenvolvimento
propositiva, construindo alternativas para o desenvolvimento do Rio
Grande do Sul no horizonte de 2040. Pretende construir estratégias e
propostas que possam fazer frente aos problemas e tirar partido das
oportunidades que o RS oferece.


Para o secretário da SPGG, Carlos Búrigo, o projeto faz com que o
Estado olhe para dentro de si, veja seus gargalos e converse com a
sociedade sobre temas importantes para o desenvolvimento do Rio Grande
do Sul. “Estamos atualizando e fazendo uma síntese dos muitos trabalhos
já realizados ao longo dos anos, para que possamos projetar o Estado
para o futuro”, explicou.


Nesta edição, um dos palestrantes será o professor italiano Fabio
Antoldi, da Università Cattolica del Sacro Cuore (Milão), que tem
experiência em desenvolvimento regional no norte da Itália. Antoldi atua
nas áreas de estratégia de negócios, empreendedorismo e gestão de
pequenas e médias empresas e desenvolve projetos em vários países.


Também participaram da abertura do 4º Futuro RS secretários de
Estado; o cônsul-geral da Itália, Nicola Occhipinti; a presidente do
Fórum dos Coredes, Munira Medeiros; o diretor superintendente do Sebrae,
Derly Cunha Fialho; e o professor da Universidade de Brasília e gestor
de Políticas Públicas do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e
Gestão, João Mendes da Rocha Neto.


Seminário Futuro RS discute desenvolvimento regional e equilíbrio territorial




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Crédito: Governo do Rio Grande do Sul





O que disseram os palestrantes


Para o professor italiano Fabio Antoldi, da Universidade Católica de
Milão, o desenvolvimento regional encontra desafios parecidos em todo
mundo. "É preciso buscar, além do crescimento econômico, um
desenvolvimento humano e uma ideia coletiva para o futuro", disse
Antoldi.


João Mendes da Rocha, do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e
Gestão, apresentou o contexto histórico dos planos de Desenvolvimento
Regional no país. Ele destacou o trabalho dos Coredes (Conselhos
Regionais de Desenvolvimento do RS) como boa prática nessa área. "As
políticas públicas devem ser pensadas conforme as diferenças que existem
em cada região", declarou.


Em sua palestra, Cíntia Agostini, da Univates e do Fórum dos Coredes,
elencou os projetos prioritários das regiões do Estado. "Atualmente, a
maior demanda é na área de Infraestrutura. Mas há regiões que ainda não
tem sinal de telefonia. Essas necessidades foram mapeadas. A partir
delas, é possível planejar e buscar soluções", afirmou.


Ângelo Aguinaga, do Sabrae RS, falou sobre o projeto Líder (Programa
de Liderança para o Desenvolvimento Regional), que atua na região da
Campanha, Fronteira Oeste e Sul. "Governança pressupõe participação
equilibrada dos setores, tanto na área pública, como no privado e
terceiro setor. Para isso, é necessário articulação e planejamento",
declarou.


O modelo de gestão baseado nas redes de cooperação foi o tema da
palestra de Jorge Verschoore, da Unisinos. "Há uma complexidade em fazer
gestão em uma rede horizontal, onde não há hierarquia. Porém, isso não
deve desestimular as ações. Exemplos como o dos Coredes e Sebrae RS são
casos de onde há uma estrutura de governança e diálogo entre todos os
envolvidos. Assim, é possível encontrar soluções para as demandas",
comentou.

Texto: Mirella Poyastro/Secom e Lucas Barroso/ Ascom SPGG
Edição: Sílvia Lago/Secom





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